A sociobioeconomia é um modelo que conecta a conservação de ecossistemas com práticas tradicionais, valorizando produtos da sociobiodiversidade.
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Essa abordagem prioriza povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, colocando modos de vida no centro das estratégias econômicas.
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A sociobioeconomia é territorial e reconhece que biodiversidade e saberes estão ligados a contextos locais, como Amazônia, Cerrado e Caatinga.
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No Pará, a sociobioeconomia se materializa em políticas que ajustam fomento e assistência técnica às realidades locais, promovendo identidades produtivas.
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As áreas urbanas são centros de conexão entre territórios produtivos e mercados, essenciais para o desenvolvimento sustentável na sociobioeconomia.
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O crescimento na sociobioeconomia visa qualificar processos, agregar valor e distribuir benefícios de forma justa, respeitando limites ecológicos.
Dessa forma, trata-se de um modelo com emissões reduzidas, que conserva ecossistemas e fortalece a resiliência social.
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No entanto, para ser pilar do desenvolvimento brasileiro, a sociobioeconomia precisa ser integrada aos planejamentos econômicos, valorizando ativos ambientais.
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Conheça mais sobre o conceito e seus impactos na matéria completa no Habitability.