A inteligência artificial está moldando o futuro das cidades, mas seus custos ambientais são preocupantes.
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Data centers que suportam IA consomem cerca de 1% da eletricidade global. A demanda está crescendo com a popularização da IA generativa.
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O treinamento de grandes modelos de IA gera emissões de carbono comparáveis a atividades industriais, especialmente em regiões com energia fóssil.
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Data centers também consomem grandes volumes de água para resfriamento, intensificando disputas por recursos hídricos em áreas urbanas.
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Apesar dos custos ambientais, a IA pode otimizar transporte e apoiar políticas de economia circular, promovendo cidades mais resilientes.
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A adoção desigual da IA pode aprofundar as desigualdades urbanas, criando áreas hiperconectadas e outras excluídas dos serviços digitais.
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O conceito de Green AI busca reduzir a intensidade energética desde o design de sistemas, promovendo práticas sustentáveis.
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A sustentabilidade das cidades inteligentes depende da integração da tecnologia com planejamento urbano e justiça socioambiental, gerando benefícios coletivos.