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Condomínios avançam e geram renda e densidade urbana

Pessoas que moram em condomínios movimentam R$ 165 bilhões anualmente e a renda per capita é superior a R$ 6 mil

19 de outubro de 2021 - 2 minutos de leitura

Autor: Redação

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O Brasil teria aproximadamente 68 milhões de pessoas vivendo em condomínios, movimentando cerca de R$ 165 bilhões por ano. Os condôminos de casas e apartamentos, por exemplo, teriam uma renda per capita média de R$ 6.275. Os dados são da plataforma eletrônica Triider, focada nos profissionais de reforma e manutenção, e traz dados da Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais (ABRASSP).

E há mais informações que mostram o poder econômico dos condomínios e o potencial deles para vários tipos de oferta de serviços. Um exemplo é a quantidade de síndicos: 420 mil no país todo, sendo que São Paulo sozinho concentra 35,5% do total. O Rio de Janeiro aparece em segundo, com 12,8%, e Santa Catarina em terceiro, com 9%, inclusive à frente de Minas Gerais, tradicionalmente o terceiro estado em várias estatísticas de economia no Brasil. Importante: apenas 5,2% dos síndicos têm uma qualificação específica para exercer essa ocupação, ou seja, também há margem para a profissionalização.

Condomínios geram emprego e densidade urbana

Na avaliação do Triider, a expansão dos condomínios impacta no mercado imobiliário em termos de oferta de empregos. O site destaca números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), nos quais o setor teria sido responsável por mais de 134 mil vagas de empregos formais abertas em 2021. “Só no mês de abril, foram registrados mais de 22 mil postos de trabalho com carteira assinada no segmento em torno desses empreendimentos”, destaca a matéria.

Outra informação interessante é sobre o aumento da densidade urbana com a construção de moradias verticais. A fonte, nesse caso, seria a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. Nada menos do que 7,8 milhões de novos apartamentos foram construídos no Brasil nos últimos 35 anos. No período de 1984 a 2019, o número de prédios nas grandes regiões cresceu 321%, de acordo com a Triider, que usou como base os número do IBGE.